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Índices e Dados

Câmbio tende a subir, pressionando a inflação

ConstruCarta aponta que câmbio tende a subir no Brasil, pressionando a inflação. Copom corta Selic para 13,75% e FED eleva juros.

Fonte: SINDUSCON-SP1 min de leitura

O Copom reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, estabelecendo a Selic em 13,75% ao ano. Em contrapartida, o FED dos EUA elevou a taxa dos Fed Funds em 0,25 ponto percentual, fixando o intervalo entre 3,75% e 4% ao ano.

Segundo o ConstruCarta, a taxa de câmbio tenderá a subir no Brasil. Isso deve pressionar a inflação por meio dos preços dos bens transacionáveis, tanto importados quanto exportáveis.

O Copom afirmou que "a redução da liquidez internacional limita o ciclo de afrouxamento monetário no Brasil". Isso pode indicar que o corte na Selic foi o último do ciclo atual, prossegue a publicação.

O IPCA confirmou uma tendência de queda no curto prazo. Mas esse cenário muda em razão da decisão do FED. Com os preços do petróleo voláteis e se situando com frequência acima dos US$ 100, e a possível escalada do câmbio, o próprio Copom reconhece que a convergência da inflação para a meta de 3% só se dará em um mal definido longo prazo, o chamado "horizonte relevante" da política monetária, conclui o ConstruCarta.

Matéria produzida com base em informação divulgada por SINDUSCON-SP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.

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