Pular para o conteúdo
Mercado Imobiliário

CBIC discute ESG como estratégia para construção civil na Bahia

CBIC e Sinduscon-BA reuniram especialistas para discutir como ESG pode gerar valor e competitividade no setor da construção civil.

Fonte: CBIC1 min de leitura

O Sinduscon-BA promoveu, na sexta-feira (28), o encontro “ESG como estratégia: caminho para construção responsável e competitiva”. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) participou por meio da Comissão de Responsabilidade Social (CRS).

O evento discutiu como sustentabilidade, responsabilidade social e governança podem contribuir para a competitividade e a geração de valor no setor. O tema central foi “Do mapeamento à prática”.

Segundo a vice-presidente de responsabilidade social da CBIC, Maria Inês Menegotto, a agenda ESG não deve ser vista como uma obrigação. "Os dirigentes precisam entender que ESG não é simplesmente uma lei ou uma obrigação, mas uma oportunidade de gerar benefícios e valor para as empresas", afirmou. "A nossa ideia é levar essa discussão para todo o território nacional", acrescentou.

Maria Inês destacou o desafio de ampliar a adesão das pequenas e médias empresas. "As grandes empresas já estão nessa corrente. Nosso desafio agora é fazer com que as pequenas e médias empresas entendam a importância desse movimento", disse.

O diretor de ESG do Sinduscon-BA e sócio-diretor da Concreta, Vicente Mattos, defendeu a aproximação do tema com os trabalhadores. "Na construção civil, o ESG é algo que cada vez se torna mais acessível. As pessoas precisam ter a sensação de pertencimento em relação à sustentabilidade", afirmou.

Participaram ainda do encontro Marcelo Eduardo Figueiredo, do Sinduscon-MG; Luiza Dellis, diretora de Governança Corporativa e ESG da Tecnosonda; e Júlia Basso, consultora especialista em sustentabilidade corporativa. A mediação foi conduzida por Vicente Mattos. A gestora de Responsabilidade Social da CBIC, Daniella Maranhão, também esteve presente.

Para o setor da construção, a agenda ESG ganha relevância diante dos impactos da atividade sobre o uso de recursos naturais, a gestão de resíduos, as relações de trabalho e o desenvolvimento das cidades. A incorporação desses princípios pode contribuir para empresas mais responsáveis, resilientes e preparadas para novas demandas do mercado.

Matéria produzida com base em informação divulgada por CBIC. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.

Parceiro · CaptaObras

Rastreie obras em andamento e incorporações por todo o Brasil, com contato de quem decide a compra.

Conhecer o CaptaObras →

Mais em Mercado Imobiliário