A construção civil gerou 12 mil empregos com carteira assinada em maio, segundo o Caged. No mesmo mês de 2025, o setor havia criado 16,6 mil vagas.
Construção gera 12 mil empregos em maio, aponta Caged
Setor criou 12 mil postos em maio, ante 16,6 mil em 2025. São Paulo fechou 688 vagas. Dados são do Caged e da Sondagem da Construção do FGV IBRE.
No acumulado de 12 meses até maio, foram 91 mil novos postos, contra 98,7 mil no período anterior. Os números foram divulgados pela CBIC com base no Caged.
O presidente do SindusCon-SP, Yorki Estefan, afirmou que o ritmo de geração de empregos na construção vem desacelerando.
Nem todos os estados tiveram saldo positivo em maio. São Paulo fechou 688 postos com carteira assinada, repetindo em menor escala o que ocorreu em maio de 2025, quando encerrou 983 vagas. Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Roraima, Alagoas e Rio Grande do Norte também reduziram o número de empregados na construção.
Na cidade de São Paulo, o saldo entre admitidos e demitidos foi de apenas 43 trabalhadores em maio. No mesmo mês de 2025, esse saldo havia sido de 57.
A desaceleração reflete a redução do ritmo da atividade da construção desde dezembro, segundo a maioria das construtoras ouvidas na Sondagem da Construção do FGV IBRE em junho. O principal fator que limitou o crescimento dos negócios continuou sendo a falta de mão de obra, inclusive a não qualificada.
A Sondagem registrou que o setor permanece moderadamente pessimista. Os indicadores de Situação Atual dos Negócios, Carteira de Contratos e Demanda Prevista recuaram, enquanto Tendência dos Negócios teve ligeira melhora.
Apesar das dificuldades, a construção foi o segundo setor que mais criou empregos em maio: 16,5% dos 72,9 mil postos gerados no país. Ao final do mês, o setor empregava 3,1 milhões de trabalhadores.
Matéria produzida com base em informação divulgada por CBIC. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.
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