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Obras e Infraestrutura

Ibraop apresenta acervo técnico e procedimentos de auditoria no seminário do TCU

Diretoria do Ibraop ministrou palestras no seminário dos 30 anos do FISCOBRAS, no TCU, sobre acervo técnico e sete procedimentos de auditoria de riscos socioambientais.

Fonte: IBRAOP2 min de leitura

A Diretoria do Ibraop ministrou palestras nesta quarta-feira (16) durante o Seminário Controle, Investimentos e Futuro da Infraestrutura para o cidadão, que comemora os 30 anos do FISCOBRAS — plano anual de fiscalização de obras públicas do Tribunal de Contas da União (TCU).

A diretora Técnica do Ibraop, Éricka da Silva Cândido (TCM-GO), acompanhada do auditor federal Rafael Martins (TCU), apresentou todo o acervo técnico do Ibraop voltado à fiscalização de obras públicas. Segundo ela, a estrutura é fundamentada nos Procedimentos de Auditoria (PROCs), nas Orientações (OTs) e Notas Técnicas (NTs) do Ibraop.

Éricka enfatizou a importância da transição normativa para a Lei 14.133/2021 e informou que serão implementadas atualizações em todo o acervo técnico. “Temos mais de 150 procedimentos de auditoria, divididos por tipo de obras: gerais, edificações, rodoviárias, resíduos sólidos, saneamento básico, impactos socioambientais e Metodologia BIM”, afirmou.

A diretora acrescentou que o Ibraop publicou nove OTs e nove NTs, além de outras quatro assinadas em conjunto com outras instituições. Todo o acervo é aberto, gratuito e disponível no site do Ibraop. As normas são elaboradas de forma colegiada, para oferecer respaldo institucional aos auditores e garantir que os relatórios de controle externo se baseiem em entendimentos técnicos convergentes e consolidados nacionalmente.

No mesmo dia, a presidente do Ibraop, Adriana Portugal (TCDF), e o diretor Financeiro Ajunto, Aristóteles Sampaio (TCE-RR), ministraram a palestra “Procedimentos de auditoria de principais entendimentos avaliação de riscos e impactos jurisprudenciais para obras e socioambientais serviços de engenharia”. O material estabelece uma moldura metodológica que integra critérios técnicos, econômicos e socioambientais ao longo de todo o ciclo de vida da infraestrutura.

“Os procedimentos orientam os Tribunais de Contas a fiscalizar não apenas a legalidade formal, mas também a governança ambiental, a transparência e a mitigação de riscos sociais”, explicou Adriana. Aristóteles completou que, por meio de diretrizes específicas, os sete procedimentos de auditoria buscam reduzir o viés de otimismo e garantir que os investimentos priorizem a viabilidade sustentável e o retorno real para a sociedade.

O Ibraop foi representado no evento também pelos diretores Financeiro, Alysson Mattje (TCE-SC), e de Relações Institucionais, Rafael Di Bello (TCU).

Matéria produzida com base em informação divulgada por IBRAOP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.

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