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Índices e Dados

Minha Casa, Minha Vida sobe 1,87% em Campinas

Preço do metro quadrado do Minha Casa, Minha Vida em Campinas subiu 1,87% no 2º trimestre de 2026. Veja a comparação com o mercado vertical da região.

Fonte: SECOVI-SP1 min de leitura

Imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida na região de Campinas ficaram 1,87% mais caros no segundo trimestre de 2026, conforme levantamento do Secovi-SP feito em parceria com a Brain Inteligência Estratégica. Na prática, o metro quadrado médio foi de R$ 6.427 para R$ 6.547, um acréscimo de R$ 120 em três meses.

O ritmo dessa alta ficou acima do registrado no mercado residencial vertical da região. Somando todos os apartamentos acompanhados pela entidade em Campinas, o metro quadrado médio avançou 0,61%, passando de R$ 9.850 para R$ 9.910. Assim, a cidade aparece como a quinta região mais cara do Estado de São Paulo monitorada pelo Secovi-SP, com valor 9,2% acima da média geral de R$ 9.075. Na frente estão a Baixada Santista, Jundiaí, o Grande ABC e a Região Metropolitana de São Paulo.

No recorte do programa habitacional, a região figura em sexto lugar, com R$ 68 a mais que a média de R$ 6.479 dos mercados analisados. Liderando a lista está o Grande ABC, com R$ 7.998, seguido por Jundiaí (R$ 7.720), Baixada Santista (R$ 7.338), Região Metropolitana de São Paulo (R$ 6.959) e Barretos (R$ 6.826).

Ainda assim, os imóveis do programa custam bem menos que os apartamentos do mercado vertical local, em torno de R$ 3,4 mil a menos por metro quadrado. O levantamento não identifica os motivos da valorização.

Matéria produzida com base em informação divulgada por SECOVI-SP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.

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