O presidente-executivo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Fernando Guedes, participou de reportagens do Valor Econômico e da Folha de S.Paulo nesta terça-feira (29.07).
CBIC defende segurança jurídica para infraestrutura e FGTS
Fernando Guedes, da CBIC, defende segurança jurídica para infraestrutura e uso do lucro do FGTS na amortização de financiamentos, segundo Valor Econômico e Folha.
No Valor Econômico, Guedes abordou os desafios da infraestrutura brasileira. Segundo ele, a continuidade do atual ciclo de investimentos depende de segurança jurídica e de uma carteira consistente de projetos.
"Para que o atual ciclo de retomada seja permanente, precisamos garantir segurança jurídica, continuidade dos investimentos e uma carteira consistente de projetos", afirmou o executivo.
Na Folha de S.Paulo, o presidente da CBIC comentou a distribuição do lucro do FGTS. Ele defendeu que a utilização dos recursos para amortização ou quitação do financiamento imobiliário beneficia famílias e o mercado.
"A utilização do saldo do fundo ajuda tanto as famílias quanto o mercado imobiliário. Reduzir o saldo devedor diminui o comprometimento da renda e fortalece a sustentabilidade do crédito habitacional, especialmente em um momento de juros altos", disse Guedes.
Matéria produzida com base em informação divulgada por CBIC. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.
Rastreie obras em andamento e incorporações por todo o Brasil, com contato de quem decide a compra.
Conhecer o CaptaObras →Mais em Habitação
Lista Suja do trabalho escravo recebe 82 novos empregadores
Ministério do Trabalho inclui 82 empregadores na Lista Suja por trabalho análogo à escravidão; confira os estados e atividades com mais casos.
Lula e Flávio divergem sobre ajuste fiscal e papel do Estado
Lula defende continuidade do arcabouço fiscal e Flávio Bolsonaro propõe corte de despesas e menos impostos. Veja as diferenças entre as propostas econômicas.
Consignado na construção: 19,4% dos trabalhadores estão endividados
Pesquisa do SICEPOT-RS aponta 19,4% dos trabalhadores CLT com consignado ativo. Veja os riscos nas rescisões e como as construtoras podem agir.