O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) acelerou para 0,85% em agosto, ante 0,62% em julho, segundo o Sinduscon-SP. A alta foi puxada pelo custo da mão de obra.
Mão de obra eleva INCC-M a 0,85% em agosto
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu 0,85% em agosto de 2026, puxado pela mão de obra. Acumulado em 12 meses é de 6,56%, segundo o Sinduscon-SP. Saiba mais.
A variação acumulada no ano chegou a 5,59% e, em 12 meses, a 6,56%. Em agosto de 2025, os mesmos acumulados eram de 5,13% e 7,49%, de acordo com a publicação ConstruCarta.
A redução de quase 1 ponto percentual na métrica de 12 meses decorre do comportamento da mão de obra, que em 2026 sobe menos que no ano passado. Os acordos coletivos nas capitais que integram o INCC têm reajustes próximos da inflação.
O componente mão de obra do INCC registrou variação acumulada em 12 meses de 7,71% em agosto de 2026, ante 10,43% no mesmo mês de 2025. Ainda assim, o índice supera a inflação média: o IPCA-15 acumula 4,24% até agosto. O mercado de trabalho aquecido pressiona os salários para cima dos acordos formais, informa o ConstruCarta.
Já os materiais desaceleraram pelo quarto mês consecutivo. O componente Materiais e Equipamentos do INCC-M variou 0,33% em agosto, com acumulados de 5,12% no ano e 5,88% em 12 meses. As maiores altas no ano foram tubos de PVC (12,45%), massa de concreto (5,96%) e condutores elétricos (15,29%).
A mão de obra segue como principal fator de pressão sobre o INCC. A publicação projeta que o índice continue acima da inflação esperada para o ano.
Matéria produzida com base em informação divulgada por SINDUSCON-SP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.
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