A absorção líquida de escritórios na cidade de São Paulo cresceu 5,7% no primeiro trimestre de 2026, segundo o Secovi-SP. O setor financeiro foi o principal tomador de espaços corporativos no período, concentrando 32% do total de novas locações.
Absorção de escritórios em SP sobe 5,7% no 1º tri de 2026
O estoque total de escritórios na capital paulista atingiu 4,2 milhões de metros quadrados, de acordo com o levantamento. A taxa de vacância recuou de 16,1% para 15,2% entre dezembro de 2025 e março de 2026.
O preço médio pedido de locação ficou em R$ 85,40 por metro quadrado, estável em termos nominais. As regiões da Faria Lima e Berrini continuam com os valores mais altos, acima de R$ 120/m².
O setor financeiro locou 28 mil metros quadrados no trimestre, puxado por bancos e seguradoras. Tecnologia e seguros aparecem na sequência, com 18% e 14% de participação, respectivamente.
O Secovi-SP também registrou aumento de 8,3% no número de contratos de renovação em relação ao mesmo período de 2025. A permanência dos inquilinos reflete a busca por endereços consolidados.
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