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Mercado Imobiliário

Confiança da construção sobe 0,8 ponto em julho

Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 0,8 ponto em julho, para 92,5, segundo FGV Ibre. Situação atual dos negócios melhorou, mas expectativas recuaram em infraestrutura.

Fonte: SINDUSCON-SP1 min de leitura

O Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 0,8 ponto em julho, para 92,5 pontos, segundo a Sondagem da Construção do FGV Ibre. Em médias móveis trimestrais, o índice se manteve estável, com 92,3 pontos.

A alta foi puxada pelo Índice de Situação Atual (ISA-CST), que subiu 1,5 ponto, para 92,1 pontos. A Situação Atual dos Negócios registrou 90,9 pontos, com alta de 2,1 pontos. A Carteira de Contratos chegou a 93,4 pontos, com variação de 0,8 ponto.

O Índice de Expectativas (IE-CST) avançou apenas 0,1 ponto, para 93 pontos. A Demanda Prevista caiu 1,2 ponto, para 93,8 pontos, o menor patamar desde dezembro de 2025. Já a Tendência dos Negócios subiu 1,3 ponto, para 92,1 pontos.

Segundo Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV Ibre, a avaliação mais positiva com os negócios correntes foi especialmente relevante entre as empresas de Edificações Residenciais. "Entretanto, houve queda da confiança, com a piora das expectativas, no segmento de Infraestrutura, o que pode estar relacionado à proximidade do fim do ciclo de obras ligadas ao período eleitoral", afirmou.

A economista destacou a alta do Indicador de Evolução Recente da Atividade, que alcançou o melhor patamar desde novembro do ano passado. "Esse resultado deve repercutir no ritmo de crescimento do emprego, que no final do primeiro semestre começou a dar sinais de desaceleração e pode reverter", disse.

O segmento de Serviços Especializados, que responde por cerca de 34% do pessoal ocupado, vinha em desaceleração desde o fim do ano anterior. Em julho, mais empresas reportaram expansão dos negócios do que diminuição, segundo a FGV.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da Construção recuou 0,9 ponto percentual, para 76,1%. Os Nucis de Mão de Obra e de Máquinas e Equipamentos também caíram, para 77,6% e 70,5%, respectivamente.

Matéria produzida com base em informação divulgada por SINDUSCON-SP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.

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