A construção civil registrou saldo negativo de 928 empregos no estado de São Paulo em julho, segundo dados do Novo Caged compilados pelo SindusCon-SP em parceria com o FGV/Ibre. O resultado mantém a sequência de retração no setor pelo terceiro mês consecutivo.
Construção perde 928 empregos em SP em julho; 6 regionais têm saldo negativo
Construção civil registra saldo negativo de 928 vagas em julho em SP, segundo o SindusCon-SP. Capital paulista volta a ter saldo positivo. Leia o balanço.
Das 11 regionais da entidade analisadas, seis encerraram julho com saldo negativo e cinco tiveram resultado positivo. O saldo é a diferença entre admissões e desligamentos.
Entre os destaques positivos, a Regional Mogi das Cruzes liderou a criação de empregos no período, com saldo de 475 vagas. Já São José dos Campos apresentou o resultado negativo mais elevado, com saldo de -708 empregos.
Na capital paulista, a construção voltou a registrar saldo positivo em julho, com 101 empregos. O estoque do setor chegou a aproximadamente 373 mil trabalhadores com carteira assinada.
A Regional Santo André voltou a registrar resultado positivo após três meses consecutivos de retração, com saldo de 419 empregos. Já Sorocaba e São José do Rio Preto mantiveram a expansão pelo sétimo mês consecutivo, com saldos de 288 e 221 empregos, respectivamente.
Entre as demais regionais com saldo negativo, Campinas registrou -695 empregos, seguida por Ribeirão Preto (-582) e Santos (-378). Campinas teve o terceiro resultado negativo consecutivo, enquanto Ribeirão Preto completou cinco meses seguidos de retração. Em Santos, o resultado interrompeu uma sequência de seis meses consecutivos de expansão. Bauru (-60) e Presidente Prudente (-9) também registraram saldo negativo pelo quarto mês consecutivo.
Para o presidente executivo do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, embora o resultado no estado preocupe, o desempenho nacional do setor ainda permanece positivo. "Caso seja aprovada a redução da escala 6×1, o fechamento de postos de trabalho poderá se generalizar. A diminuição das horas trabalhadas tende a ampliar os prazos das obras, elevar os custos e inibir o início de novas obras, reduzindo novas contratações", afirma.
O levantamento é realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP, que acompanha mensalmente o desempenho do emprego formal na construção nas regionais da entidade. Os dados são apurados pelo FGV/Ibre com base no Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. A série histórica considerada tem início em 2021.
Matéria produzida com base em informação divulgada por SINDUSCON-SP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.
Rastreie obras em andamento e incorporações por todo o Brasil, com contato de quem decide a compra.
Conhecer o CaptaObras →Mais em Mercado Imobiliário
Dois dormitórios lideram oferta imobiliária na Baixada Santista
Apartamentos de dois dormitórios somam 51,4% das 5.724 unidades à venda na Baixada Santista. Confira o levantamento do Secovi-SP e veja os detalhes.
Campinas lidera intenção de compra de imóveis de alto padrão
Pesquisa do Secovi-SP com a Brain aponta Campinas à frente de São Paulo e do Grande ABC em intenção de compra de imóveis de alto padrão. Confira.
Baixada Santista tem maior preço médio de imóveis novos do Estado
Baixada Santista tem preço médio de R$ 1,081 milhão em apartamentos novos, acima das demais regiões paulistas. Veja o levantamento do Secovi-SP e os fatores.