Seis das 11 regionais do SindusCon-SP analisadas em parceria com a FGV/Ibre registraram saldo negativo de empregos formais na construção civil em maio. Apesar do recuo no mês, todas as regionais acumulam crescimento do emprego em 2026, segundo o levantamento.
Seis regionais do interior de SP têm saldo negativo de empregos na construção em maio
Seis das 11 regionais do SindusCon-SP fecharam maio com saldo negativo de vagas na construção civil. Sorocaba lidera com 809 novas vagas.
O estado de São Paulo mantém um estoque de mais de 841 mil trabalhadores com carteira assinada no setor.
Sorocaba apresentou o maior saldo positivo do mês, com abertura de 809 vagas e estoque de 100,6 mil trabalhadores formais. A regional acumula crescimento de 6% no ano e de 5,92% nos últimos 12 meses.
Santos também se destacou, com saldo positivo de 405 empregos em maio e estoque de 30,5 mil trabalhadores. A regional acumula alta de 7,1% no ano e de 7% nos últimos 12 meses.
Na capital paulista, o mercado de trabalho da construção manteve estabilidade, com saldo positivo de 119 empregos em maio e estoque de 374 mil trabalhadores formais. Desse total, 160,8 mil atuam em serviços especializados, 119 mil em edificações e 94,3 mil em obras de infraestrutura. No acumulado de 2026, o emprego na capital registra alta de 4,8%.
Ribeirão Preto e São José do Rio Preto também encerraram maio com estabilidade, ambas com saldo positivo de duas vagas. Ribeirão Preto mantém 53,2 mil trabalhadores formais e acumula alta de 4,9% no ano. São José do Rio Preto, com estoque de 25,6 mil empregados, registra crescimento de 8,3% em 2026, a maior variação entre as regionais.
Entre os saldos negativos, Campinas apresentou o maior recuo, com fechamento de 1.362 postos de trabalho em maio. Ainda assim, a regional mantém um dos maiores estoques do estado, com 101,7 mil vínculos formais, e acumula crescimento de 2,7% no ano.
Além de Campinas, outras cinco regionais fecharam maio com saldo negativo. Bauru encerrou o mês com saldo negativo de 303 vagas, estoque de 34,5 mil trabalhadores formais e alta de 3% no ano. Santo André fechou 159 postos, mantém 46,9 mil empregados e acumula crescimento de 2,5% em 2026.
Mogi das Cruzes registrou saldo negativo de 48 vagas, estoque de 13,6 mil trabalhadores e avanço de 3,2% no ano. Em Presidente Prudente, foram fechados 72 postos, com estoque de 8,3 mil empregados e alta acumulada de 2,1%. São José dos Campos teve saldo negativo de 13 vagas, encerrou o mês com 52,9 mil trabalhadores formais e registra crescimento de 0,8% em 2026.
O levantamento foi realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP, que acompanha mensalmente o emprego formal na construção em todas as regionais da entidade. Os dados são apurados pelo FGV/Ibre com base no Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, e consideram série histórica iniciada em 2021.
Matéria produzida com base em informação divulgada por SINDUSCON-SP. Consulte a fonte original para o conteúdo completo e os dados oficiais.
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